Livros são como as estrelas — silenciosos, mas infinitamente luminosos. Cada um carrega um brilho próprio, uma centelha de pensamento, um fragmento de sonho. Abrem-se diante de nós como o céu noturno: vasto, misterioso, repleto de constelações de histórias esperando para serem descobertas.
Há livros que iluminam caminhos, como estrelas-guia que nos orientam nas noites escuras da alma. Outros apenas cintilam ao longe, discretos, mas persistentes, lembrando-nos de que o conhecimento e a beleza estão sempre presentes, mesmo quando parecem distantes.
Assim como as estrelas nasceram de explosões de luz, os livros nascem da explosão de ideias — do encontro entre a imaginação e a palavra. São testemunhas do tempo, registros de quem fomos, quem somos e quem poderemos ser.
E quando nos perdemos entre suas páginas, é como deitar sob o céu e deixar o olhar vagar: em cada ponto de luz, uma história; em cada história, um universo.
Porque ler é isso — viajar pelo infinito, descobrir constelações dentro de si e perceber que, de alguma forma, nós também somos feitos do mesmo pó de estrelas que habita os livros.